quinta-feira, 29 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Texto de Ciências - 9º ano
Soluções
eletrolíticas e moleculares.
A
descoberta:
Durante
o século XIX, inúmeras teorias tentaram explicar o fato de soluções produzirem
corrente elétricas e outras não, mas a única aceita foi a de Arrhenius.
A
teoria diz que uma substância dissolvida em água se divide em partículas cada
vez menores, mas, em alguns casos a divisão nas moléculas se interrompe e então
a solução não consegue conduzir corrente elétrica. Em contra partida, a divisão
pode ir além das moléculas dividindo-se em micro partículas denominadas íons
conduzindo corrente elétrica.
Naquela
época ainda não se conhecia prótons, elétrons e nêutrons e não distinguia
substância molecular de substância iônica. Para Arrhenius, o açúcar se dissolve
e suas moléculas apenas se separam uma das outras e como são neutras, não
produz corrente elétrica. Dessa forma, não há dissociação eletrolítica ou
dissociação iônica do açúcar. Em contra partida, o sal se dissolve na água e
suas moléculas se dividem dando íons que vão se dispersando na substância e como
estes possuem carga elétrica, a solução conduz a corrente.
Conhecimento
atual:
Soluções
são misturas homogêneas que apresentam uma única fase. Uma solução verdadeira é
constituída, no mínimo, por dois componentes:
-
SOLUTO: é aquele que está presente em menor proporção, em massa.
-
SOLVENTE: é aquele que está presente em maior proporção, em massa.
Sendo
que a mistura homogênea entre soluto e solvente recebe o nome de solução, mas
nem toda solução apresentará a água como solvente. De acordo com a natureza do
soluto, podemos ter dois tipos de soluções:
Soluções
eletrolíticas: são aquelas que apresentam íons dissolvidos.
São chamadas também de soluções iônicas, pois conduzem corrente elétricas. Por
exemplo, ao diluirmos 1g de sal de cozinha (NaCl) em água, teremos uma solução
que apresenta os íons Na+ e Cl- dissolvidos, ou seja, a solução antes
balanceada (neutra), passa a apresentar seus íons livres, neste caso temos a
presença de cátions e ânions livres.
Soluções moleculares: são
aquelas formadas por moléculas dissolvidas. São também chamadas de não
eletrolíticas, pois não conduzem corrente elétrica. Por exemplo, ao repetirmos
o procedimento anterior, mas desta vez utilizando o açúcar (C12H22O11) ao invés
do sal, não há separação do soluto, portanto, trata-se de uma solução constituída
por moléculas dissolvidas.
Texto de Ciências -8º ano
Sistema
urinário humano.
O
sistema urinário é o responsável por filtrar e eliminar a ureia e outras
substâncias consideradas tóxicas para o nosso organismo.
Em
nosso sistema urinário há um par de rins que recebe o sangue através das
artérias renais. Essas artérias se ramificam em várias artérias menores,
chamadas de arteríolas aferentes. Cada uma dessas arteríolas se conecta a um
néfron e se ramifica, formando um novelo chamado de glomérulo renal. O sangue
chega até os rins pelas artérias renais e entra nas arteríolas do glomérulo
renal em alta pressão, forçando o líquido constituído de água e pequenas
moléculas como ureia, glicose, aminoácidos e sais a saírem para a cápsula
renal. A cápsula renal é a estrutura em forma de taça situada na extremidade do
néfron. Em seu interior encontramos o glomérulo renal.
Esse líquido que sai do
sangue é conhecido como filtrado glomerular ou urina inicial. Esse filtrado sai
da cápsula renal e vai para o túbulo renal ou néfrico. O túbulo renal é uma das
estruturas que compõem o néfron e nele ocorre a reabsorção de moléculas úteis
ao organismo, como glicose, aminoácidos, sais e água. Ao sair do túbulo do néfron, o filtrado
glomerular se transformou em urina, um líquido de cor amarelada composto por
ureia e amônia, ácido úrico e sais em menores quantidades. Depois de formada, a urina sai dos rins pelos
ureteres. Os ureteres são tubos que conduzem a urina até a bexiga urinária. A
bexiga urinária é uma bolsa com parede muscular que se localiza na pelve, nela a
urina se acumula e é lançada para fora, através de um tubo chamado de uretra.
Em um adulto, a bexiga tem capacidade para acumular aproximadamente 300 mL de
urina.
Texto de Ciências -7º ano
Os
Insetos
Os
insetos são animais invertebrados, fazem parte do Filo dos Artrópodes e da
classe insecta. Atualmente, existem milhares de espécies e, entre elas, podemos
destacar: borboletas, moscas, traças, abelhas, vespas, besouros, formigas e
muitas outras.
Independente
de sua classificação, o corpo de todos eles divide-se em três partes: cabeça,
tórax e abdome. Os insetos possuem também 3 pares de pernas ligadas ao tórax e,
nesta região, pode haver também um par de asas ou, em alguns casos, dois pares
delas.
Grande
parte dos insetos possui dois olhos, formado por vários outros menores, ou
olhos simples, ou seja, tem a formação de vários olhos em um só. A respiração
ocorre através de pequenos orifícios (buraquinhos) em sua pele. Grande parte
dos insetos apresenta um par de antenas que lhes proporcionam um olfato muito
apurado, o que lhes permite capturar de forma mais precisa às suas presas.
Durante
seu desenvolvimento, a maioria dos insetos passa por vários estágios até chegar
a fase de amadurecimento. As borboletas, por exemplo, passam pelas fases: ovos,
larvas, pupa e, por último, tornam-se adultas da forma como as conhecemos, com
suas lindas asas coloridas e grandes. A esse processo de desenvolvimento damos
o nome de metamorfose.
Existem
também, os insetos que vivem em comunidade, as formigas e as abelhas fazem
parte desta categoria. Estas duas espécies são extremamente organizadas e
dividas hierarquicamente (por funções). Nas colmeias de abelhas, por exemplo, há
a abelha rainha (responsável pela reprodução) e as operárias (que trabalham
todo o tempo).
Muitos destes insetos tem se
tornado uma praga para a população dos grandes centros urbanos. É o caso dos
conhecidos cupins e das formigas que avançam dentro das casas deixando um
rastro de destruição. Com as construções de cimento e concreto, cada vez mais
comuns, estes insetos tiveram suas fontes de alimentação esgotadas, e a única
maneira de sobreviverem foi a disputa de espaços com os seres humanos. Existe uma ciência que estuda os insetos e o
nome dela é entomologia.
Texto de Ciências -6º ano
Pressão
atmosférica
O
ar possui massa, o que faz com que ele exerça certa pressão sobre o solo e
também sobre os corpos localizados nesta superfície. Essa força exercida pelo
ar sobre as áreas superficiais é chamada de pressão atmosférica.
A
pressão atmosférica ocorre com intensidades diferentes em regiões distintas, ou
seja, em alguns lugares, ela é mais forte, em outros, ela é mais fraca. Essas
diferenças em relação à pressão atmosférica nas diversas áreas da superfície
terrestre fazem com que ela interfira no comportamento do clima.
Outro
efeito importante da pressão atmosférica é a ocorrência dos ventos. Eles surgem
porque o ar desloca-se para áreas de menor pressão, fazendo com que, além dos
ventos, exista também o deslocamento das massas de ar, que altera o
comportamento do clima nas diferentes partes do planeta. Para que a pressão
atmosférica de um lugar qualquer fique alta ou baixa, há uma série de fatores.
O primeiro deles é a altitude. Em lugares mais baixos, a coluna de ar é maior,
o que faz com que o “peso” do ar fique mais elevado. O contrário acontece nas
áreas de maior altitude, como topos de montanha ou regiões montanhosas, onde o
ar é mais leve e escasso (rarefeito). Por isso, quanto maior for a altitude, menor
será a pressão atmosférica.
Além
da altitude, as temperaturas também interferem na pressão atmosférica. Nas
localidades mais aquecidas, a pressão atmosférica tende a ser menor, pois as
moléculas de ar ficam mais separadas umas das outras (rarefeito). Por outro
lado, quando o ambiente resfria-se, a pressão atmosférica diminui, pois as
moléculas de ar ficam mais agrupadas (denso).
O
instrumento utilizado para medir a pressão atmosférica de um dado local é o
barômetro, ele foi inventando por Evangelista Torricelli.
6º Ano
Queda do Império Romano
Por Me. Cláudio Fernandes
Quando se fala em Queda do Império Romano, deve-se entender que se
trata da queda do Império Romano do Ocidente, isto é, a porção do vasto Império
Romano que tinha por sede a cidade de Roma, haja vista que a porção oriental do
Império, cuja sede era Bizâncio (depois Constantinopla), vigorou até
1453.
O processo de declínio do Império Romano do Ocidente começou
em meados do século IV d.C., sobretudo em razão da série de problemas que desde
o século III o assolava, como as invasões bárbaras, a crise econômica e a
disputa dos militares pelo poder.
As ondas migratórias dos povos bárbaros do norte da Europa e
de regiões da Ásia em direção a Roma, provocadas por transformações climáticas
e outros fatores similares, forçavam o Império a repelir os invasores e a mover
progressivamente mais contingentes do exército para a defesa do centro do
Império, que era a cidade de Roma.
Do ponto de vista econômico, o Império entrou em crise
sobretudo após o colapso do sistema escravista, que teve de ser substituído
pelo sistema de colonato, que
consistia na relação entre pessoas com precárias condições de subsistência e
grandes proprietários de terras, que contratavam seus serviços e, em troca,
ofereciam proteção e terras para o trabalho. Muitos proprietários que possuíam
escravos passaram a libertá-los e a estabelecer também o regime de colonato com
eles. Esse processo acabou por provocar uma decadência dos centros urbanos e da
atividade comercial nas cidades.
Outro fenômeno que ganhou proporção grandiosa em meio à crise
do Império foi a ascensão do cristianismo. Os cristãos, que já habitavam os
domínios do Império há bastante tempo, passaram a crescer numericamente. Esse
fato levou o Imperador Constantino – que, depois, transferiu a sede do Império
Romano para Bizâncio – a instituir o cristianismo como religião principal do
Império Romano, tendo ele próprio se convertido.
7º Ano
A INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS
No século
XVIII, observamos o processo de crise das monarquias absolutistas, sinalizando
o fim de um período chamado pelos liberais de Antigo Regime. Combatendo os
princípios religiosos, filosóficos e políticos que fundamentavam a definição de
um poder centralizado e a manutenção de certas práticas feudais, as revoluções
burguesas sinalizavam a criação de uma nova forma de poder estabelecido.
De acordo com a historiografia, a primeira experiência revolucionária a defender as ideias iluministas e reivindicar o fim da opressão monárquica, ocorreu no território das Treze Colônias inglesas. De posse da Coroa Britânica, as Treze Colônias desenvolveram certas peculiaridades econômicas, políticas e culturais. Sem contar com um modelo homogêneo de exploração colonial, os habitantes dessa região tinham uma relação diferente com sua metrópole.
Conhecida como “negligência salutar”, a liberdade concedida pelo governo britânico aos colonos norte-americanos foi responsável pelo florescimento de um espírito autônomo e a consolidação de diferentes formas de exploração do território. Ao sul, a economia baseada na plantation de exportação sustentada pelo trabalho escravo fazia contraste com as pequenas propriedades e as atividades comerciais empreendidas pelos colonos do norte.
Ao longo do século XVII, o envolvimento da Inglaterra em guerras pela Europa tornou-se um dos grandes fatores explicativos de toda liberdade política e econômica concedida às Treze Colônias. Entre os conflitos em que a Inglaterra se envolveu, a Guerra dos Sete Anos (1756 – 1763) foi responsável pelo esvaziamento dos cofres públicos do país. Buscando sanar suas contas, a Inglaterra resolveu enrijecer suas relações com as colônias.
Em 1764, a chamada Lei do Açúcar obrigava os colonos a pagar uma taxa adicional sob qualquer carregamento de açúcar que não pertencesse às colônias britânicas. Com tal exigência, a autonomia econômica dos colonos começava a ser ameaçada. No ano seguinte, a Lei do Selo exigia a compra de um selo presente em todos os documentos que circulassem pelo território. Já em 1773, a Lei do Chá obrigava a colônia a consumir somente o chá oriundo das embarcações britânicas.
Inconformados com tais desmandos e inspirados pelos escritos dos pensadores John Locke e Thomas Paine – francos opositores da dominação colonial – os colonos norte-americanos começaram a se opor à presença britânica nas Treze Colônias. Em dezembro de 1773, organizaram uma revolta contra o monopólio do chá que ficou conhecida como Boston Tea Party. Intransigente aos protestos coloniais, a Inglaterra decidiu fechar o porto de Boston (local da revolta) e impor as chamadas Leis Intoleráveis.
De acordo com a historiografia, a primeira experiência revolucionária a defender as ideias iluministas e reivindicar o fim da opressão monárquica, ocorreu no território das Treze Colônias inglesas. De posse da Coroa Britânica, as Treze Colônias desenvolveram certas peculiaridades econômicas, políticas e culturais. Sem contar com um modelo homogêneo de exploração colonial, os habitantes dessa região tinham uma relação diferente com sua metrópole.
Conhecida como “negligência salutar”, a liberdade concedida pelo governo britânico aos colonos norte-americanos foi responsável pelo florescimento de um espírito autônomo e a consolidação de diferentes formas de exploração do território. Ao sul, a economia baseada na plantation de exportação sustentada pelo trabalho escravo fazia contraste com as pequenas propriedades e as atividades comerciais empreendidas pelos colonos do norte.
Ao longo do século XVII, o envolvimento da Inglaterra em guerras pela Europa tornou-se um dos grandes fatores explicativos de toda liberdade política e econômica concedida às Treze Colônias. Entre os conflitos em que a Inglaterra se envolveu, a Guerra dos Sete Anos (1756 – 1763) foi responsável pelo esvaziamento dos cofres públicos do país. Buscando sanar suas contas, a Inglaterra resolveu enrijecer suas relações com as colônias.
Em 1764, a chamada Lei do Açúcar obrigava os colonos a pagar uma taxa adicional sob qualquer carregamento de açúcar que não pertencesse às colônias britânicas. Com tal exigência, a autonomia econômica dos colonos começava a ser ameaçada. No ano seguinte, a Lei do Selo exigia a compra de um selo presente em todos os documentos que circulassem pelo território. Já em 1773, a Lei do Chá obrigava a colônia a consumir somente o chá oriundo das embarcações britânicas.
Inconformados com tais desmandos e inspirados pelos escritos dos pensadores John Locke e Thomas Paine – francos opositores da dominação colonial – os colonos norte-americanos começaram a se opor à presença britânica nas Treze Colônias. Em dezembro de 1773, organizaram uma revolta contra o monopólio do chá que ficou conhecida como Boston Tea Party. Intransigente aos protestos coloniais, a Inglaterra decidiu fechar o porto de Boston (local da revolta) e impor as chamadas Leis Intoleráveis.
No ano
seguinte, reunidos no Primeiro Congresso da Filadélfia, os colonos redigiram um
documento exigindo o fim das exigências metropolitanas. No Segundo Congresso da
Filadélfia, ocorrido em 4 de julho de 1776, os colonos resolveram romper definitivamente
com a Inglaterra, proclamando a sua Independência.
Não reconhecendo as resoluções do Congresso da Filadélfia, a Inglaterra entrou em conflito contras as 13 colônias. Esses confrontos marcaram a chamada Guerra de Independência das Treze colônias. Apoiados pelos franceses, inimigos históricos da Inglaterra, as Treze Colônias venceram a guerra, tendo sua independência reconhecida em 1783.
Adotando um sistema político republicano e federalista, os Estados Unidos promulgaram sua carta constitucional em 1787. Os ideais de liberdade e prosperidade defendidos pelos fundadores da república norte-americana não refletiam a situação dispares dos estados do Norte e do Sul. Tais diferenças acabaram por promover um conflito interno, que ficou conhecido como Guerra de Secessão.
Não reconhecendo as resoluções do Congresso da Filadélfia, a Inglaterra entrou em conflito contras as 13 colônias. Esses confrontos marcaram a chamada Guerra de Independência das Treze colônias. Apoiados pelos franceses, inimigos históricos da Inglaterra, as Treze Colônias venceram a guerra, tendo sua independência reconhecida em 1783.
Adotando um sistema político republicano e federalista, os Estados Unidos promulgaram sua carta constitucional em 1787. Os ideais de liberdade e prosperidade defendidos pelos fundadores da república norte-americana não refletiam a situação dispares dos estados do Norte e do Sul. Tais diferenças acabaram por promover um conflito interno, que ficou conhecido como Guerra de Secessão.
Por Rainer Sousa
Mestre em História
Mestre em História
8º Ano
A UNIFICAÇÃO ITALIANA
A configuração
político-territorial da Itália, no início de século XIX, sofreu grande
intervenção por parte das medidas firmadas pelo Congresso de Viena de 1814. Com
os acordos consolidados, a atual região da Itália ficou dividida em oito
estados independentes, sendo que alguns deles eram controlados pela Áustria.
Nesse mesmo período de recondicionamento da soberania monárquica, movimentos nacionalistas afloraram em diferentes partes da Itália. Ao mesmo tempo, as motivações e projetos desses grupos nacionalistas eram bastante variados. Envolvendo grupos de trabalhadores urbanos e rurais e alcançando até mesmo a burguesia nacional, o Risorgimento manifestava-se em ideais que passavam por tendências republicanas e, até mesmo, monárquicas.
Outra interessante manifestação nacionalista também pôde ser contemplada com o aparecimento dos carbonários. A ação dos carbonários se estabeleceu ao sul da Itália sob a liderança do comunista Filippo Buonarotti. Lutando contra a ação dos governos absolutistas, o carbonarismo foi um dos mais importantes movimentos nacionalistas de bases popular da Itália.
Em 1831, Giuseppe Mazzini liderou outro movimento republicano representado pela criação da Jovem Itália. Mesmo não obtendo sucesso, o nacionalismo italiano ainda teve forças para avivar suas tendências políticas. No ano de 1847, uma série de manifestações antimonárquicas tomaram conta da região norte, nos reinos de Piemonte e Sardenha, e ao sul no Reino das Duas Sicílias. No Reino da Lombardia consolidou-se um dos maiores avanços republicanos quando o rei foi obrigado a instituir um Poder Legislativo eleito pelos cidadãos.
Mesmo com a agitação dessas revoltas, a presença austríaca e o poder monárquico conseguiram resistir à crescente tendência republicana. Só com o interesse da burguesia industrial do norte da Itália, politicamente patrocinada pelo primeiro-ministro piemontês Camilo Benso di Cavour, que o processo de unificação começou a ter maior sustentação. Angariando o apoio militar e político dos Estados vizinhos e do rei francês Napoleão III, em 1859, a guerra contra a Áustria teve seu início.
Temendo a deflagração de movimentos de tendência socialista e republicana, o governo Francês retirou o seu apoio ao movimento de unificação. Ainda assim, Camilo di Cavour conseguiu unificar uma considerável porção dos reinos do norte. Nesse mesmo período, ao sul, Giuseppe Garibaldi liderou os “camisas vermelhas” contra as monarquias sulistas. Para não enfraquecer o movimento de unificação, Garibaldi decidiu abandonar o movimento por não concordar com as ideias defendidas pelos representantes do norte.
Dessa maneira, os monarquistas do norte controlaram a unificação estabelecendo o rei Vítor Emanuel II. No ano de 1861, o Reino da Itália era composto por grande parte do seu atual território. Entre 1866 e 1870, após uma série de conflitos, as cidades de Veneza e Roma foram finalmente anexadas ao novo governo. A unificação da Itália teve seu fim no ano de 1929, quando após anos e anos de resistência da autoridade papal, o tratado de Latrão completou a formação da nação italiana.
Apesar de representar uma luta histórica ao longo do século XIX, a unificação italiana não conseguiu prontamente criar uma identidade cultural entre o povo italiano. Além das diferenças de cunho histórico, linguístico e cultural, a diferença do desenvolvimento econômico observado nas regiões norte e sul foi outro entrave na criação da Itália.
Nesse mesmo período de recondicionamento da soberania monárquica, movimentos nacionalistas afloraram em diferentes partes da Itália. Ao mesmo tempo, as motivações e projetos desses grupos nacionalistas eram bastante variados. Envolvendo grupos de trabalhadores urbanos e rurais e alcançando até mesmo a burguesia nacional, o Risorgimento manifestava-se em ideais que passavam por tendências republicanas e, até mesmo, monárquicas.
Outra interessante manifestação nacionalista também pôde ser contemplada com o aparecimento dos carbonários. A ação dos carbonários se estabeleceu ao sul da Itália sob a liderança do comunista Filippo Buonarotti. Lutando contra a ação dos governos absolutistas, o carbonarismo foi um dos mais importantes movimentos nacionalistas de bases popular da Itália.
Em 1831, Giuseppe Mazzini liderou outro movimento republicano representado pela criação da Jovem Itália. Mesmo não obtendo sucesso, o nacionalismo italiano ainda teve forças para avivar suas tendências políticas. No ano de 1847, uma série de manifestações antimonárquicas tomaram conta da região norte, nos reinos de Piemonte e Sardenha, e ao sul no Reino das Duas Sicílias. No Reino da Lombardia consolidou-se um dos maiores avanços republicanos quando o rei foi obrigado a instituir um Poder Legislativo eleito pelos cidadãos.
Mesmo com a agitação dessas revoltas, a presença austríaca e o poder monárquico conseguiram resistir à crescente tendência republicana. Só com o interesse da burguesia industrial do norte da Itália, politicamente patrocinada pelo primeiro-ministro piemontês Camilo Benso di Cavour, que o processo de unificação começou a ter maior sustentação. Angariando o apoio militar e político dos Estados vizinhos e do rei francês Napoleão III, em 1859, a guerra contra a Áustria teve seu início.
Temendo a deflagração de movimentos de tendência socialista e republicana, o governo Francês retirou o seu apoio ao movimento de unificação. Ainda assim, Camilo di Cavour conseguiu unificar uma considerável porção dos reinos do norte. Nesse mesmo período, ao sul, Giuseppe Garibaldi liderou os “camisas vermelhas” contra as monarquias sulistas. Para não enfraquecer o movimento de unificação, Garibaldi decidiu abandonar o movimento por não concordar com as ideias defendidas pelos representantes do norte.
Dessa maneira, os monarquistas do norte controlaram a unificação estabelecendo o rei Vítor Emanuel II. No ano de 1861, o Reino da Itália era composto por grande parte do seu atual território. Entre 1866 e 1870, após uma série de conflitos, as cidades de Veneza e Roma foram finalmente anexadas ao novo governo. A unificação da Itália teve seu fim no ano de 1929, quando após anos e anos de resistência da autoridade papal, o tratado de Latrão completou a formação da nação italiana.
Apesar de representar uma luta histórica ao longo do século XIX, a unificação italiana não conseguiu prontamente criar uma identidade cultural entre o povo italiano. Além das diferenças de cunho histórico, linguístico e cultural, a diferença do desenvolvimento econômico observado nas regiões norte e sul foi outro entrave na criação da Itália.
Disponível
em <http://www.brasilescola.com/historiag/unificacao-italia.htm>
9º Ano
AI-5
Com o
prosseguimento dos militares no poder, observamos que as situações de protesto
e conflito contra o novo governo tomavam cada vez mais relevância. Por um lado,
políticos de grande quilate como Juscelino, Jango e Carlos Lacerda organizavam
a “Frente Ampla”, movimento que defendia o retorno à democracia liberal. Por
outro, estudantes e outros grupos se mobilizavam em enormes passeatas que
reivindicavam o fim das imposições militares.
No dia 28 de junho de 1968, milhares
de trabalhadores, estudantes, artistas, intelectuais, professores e religiosos
se reuniram na chamada Passeata dos Cem Mil. Tendo o recente assassinato do
estudante Édson Luís como pano de fundo, os membros desta manifestação fizeram um
grande ato contra a ditadura militar. Logo em seguida, greves em São Paulo e
Minas Gerais também mostravam os problemas e a indignação dos trabalhadores.
Mediante todas essas ações de inconformidade, os representantes da cúpula militar acreditavam que o governo deveria articular medidas que viessem a frear esses e outros episódios de natureza subversiva. Em julho de 1968, os integrantes do Conselho de Segurança Nacional concluíram que o Brasil se apresentava em avançado estágio de “guerra revolucionária” apoiada por membros de oposição diretamente influenciados pelo ideário comunista.
No dia 2 de setembro, os ânimos se inflamaram ainda mais quando o deputado Márcio Moreira Alves, do MDB, realizou um discurso no Congresso fazendo duras críticas ao militarismo. Alguns meses depois, os próprios deputados federais (incluindo alguns do próprio ARENA) negaram o pedido em que o Poder Executivo solicitava processo contra o deputado Márcio Moreira. Aparentemente, os militares não haviam alcançado a hegemonia política e ideológica esperada.
Dessa forma, no dia 13 de dezembro de 1968, ocorreu a publicação do Ato Institucional n° 5. Visto como uma das maiores arbitrariedades da época, o novo decreto permitia ao presidente estabelecer o recesso indeterminado do Congresso Nacional e de qualquer outro órgão legislativo em esfera estadual e municipal, cassar mandatos e suspender os direitos políticos de qualquer cidadão por dez anos. Além disso, poderia ser realizado o confisco dos bens daqueles que fossem incriminados por corrupção.
Não bastando isso, o AI-5 suspendia as garantias individuais ao permitir que o habeas corpus perdesse a sua aplicação legal. A partir de então, autoridades militares poderiam prender e coagir os cidadãos de forma arbitrária e violenta. Logo após a publicação do AI-5, vários jornalistas e políticos foram lançados na cadeia. Tempos mais tarde, o presidente Costa e Silva se dirigiu à nação dizendo que tal ato fora necessário para que a corrupção e a subversão fossem combatidas, e a democracia resguardada.
Por fim, observamos que a ditadura mostrava sua mais clara faceta ao minar o poder de ação dos indivíduos por meio da força. Acuados pela repressão, alguns membros da esquerda buscaram o exílio ou as vias oficiais disponíveis para se manter contra o regime. Ainda haveria uma minoria que incorporou as experiências de guerrilha urbana e rural em uma tentativa radical de luta contra os militares. No fim das contas, o Brasil inaugurava sombriamente os seus “anos de chumbo”.
Por Rainer Sousa
Mestre em História
Mediante todas essas ações de inconformidade, os representantes da cúpula militar acreditavam que o governo deveria articular medidas que viessem a frear esses e outros episódios de natureza subversiva. Em julho de 1968, os integrantes do Conselho de Segurança Nacional concluíram que o Brasil se apresentava em avançado estágio de “guerra revolucionária” apoiada por membros de oposição diretamente influenciados pelo ideário comunista.
No dia 2 de setembro, os ânimos se inflamaram ainda mais quando o deputado Márcio Moreira Alves, do MDB, realizou um discurso no Congresso fazendo duras críticas ao militarismo. Alguns meses depois, os próprios deputados federais (incluindo alguns do próprio ARENA) negaram o pedido em que o Poder Executivo solicitava processo contra o deputado Márcio Moreira. Aparentemente, os militares não haviam alcançado a hegemonia política e ideológica esperada.
Dessa forma, no dia 13 de dezembro de 1968, ocorreu a publicação do Ato Institucional n° 5. Visto como uma das maiores arbitrariedades da época, o novo decreto permitia ao presidente estabelecer o recesso indeterminado do Congresso Nacional e de qualquer outro órgão legislativo em esfera estadual e municipal, cassar mandatos e suspender os direitos políticos de qualquer cidadão por dez anos. Além disso, poderia ser realizado o confisco dos bens daqueles que fossem incriminados por corrupção.
Não bastando isso, o AI-5 suspendia as garantias individuais ao permitir que o habeas corpus perdesse a sua aplicação legal. A partir de então, autoridades militares poderiam prender e coagir os cidadãos de forma arbitrária e violenta. Logo após a publicação do AI-5, vários jornalistas e políticos foram lançados na cadeia. Tempos mais tarde, o presidente Costa e Silva se dirigiu à nação dizendo que tal ato fora necessário para que a corrupção e a subversão fossem combatidas, e a democracia resguardada.
Por fim, observamos que a ditadura mostrava sua mais clara faceta ao minar o poder de ação dos indivíduos por meio da força. Acuados pela repressão, alguns membros da esquerda buscaram o exílio ou as vias oficiais disponíveis para se manter contra o regime. Ainda haveria uma minoria que incorporou as experiências de guerrilha urbana e rural em uma tentativa radical de luta contra os militares. No fim das contas, o Brasil inaugurava sombriamente os seus “anos de chumbo”.
Por Rainer Sousa
Mestre em História
Disponível em <http://www.brasilescola.com/historiab/ai5.htm>
sábado, 3 de outubro de 2015
Textos de Geografia para o QUIZZ
Geografia 9 ano - Capitalismo
“Vivemos em um mundo capitalista!”.
Certamente, esta frase foi dita ou ouvida pela maioria das pessoas, porém
muitos ainda não sabem o que significa viver em um mundo capitalista.
Capitalismo
é o sistema sócio-econômico em que os meios de produção (terras, fábricas,
máquinas, edifícios) e o capital (dinheiro) são propriedade
privada, ou seja, tem um dono.
Antes
do capitalismo, o sistema predominante era o Feudalismo,
cuja riqueza vinha da exploração de terras e também do trabalho dos servos.
O progresso e as importantes mudanças na sociedade (novas técnicas agrícolas,urbanização,
etc) fizeram com que este sistema se rompesse. Estas mesmas mudanças que
contribuíram para a decadência do Feudalismo, cooperaram para o surgimento do
capitalismo.
Os
proprietários dos meios de produção (burgueses ou capitalistas)
são a minoria da população e os não-proprietários (proletários ou trabalhadores
– maioria) vivem dos salários pagos em troca de sua força de trabalho.
Características
do Capitalismo
- Toda
mercadoria é destinada para a venda e não para o uso pessoal
- O
trabalhador recebe um salário em troca do seu trabalho
- Toda
negociação é feita com dinheiro
- O
capitalista pode admitir ou demitir trabalhadores, já que é dono de tudo
(o capital e a propriedade)
Fases
do Capitalismo
- Capitalismo
Comercial ou mercantil: consolidou-se entre os
séculos XV e XVIII. É o chamado Mercantilismo.
As grandes potências da época (Portugal, Espanha, Holanda, Inglaterra e
França) exploravam novas terras e comercializavam escravos, metais preciosos etc.
com a intenção de enriquecer.
- Capitalismo
Industrial: Foi a época da Revolução Industrial.
- Capitalismo
Financeiro: após a segunda guerra,
algumas empresas começaram a exportar meios de produção por causa da alta
concorrência e do crescimento da indústria.
O
capitalismo vem sofrendo modificações desde a Revolução Industrial até hoje. No
início do século XX, algumas empresas se uniram para controlar preços e
matérias-primas impedindo que outras empresas menores tenham a chance de
competir no mercado.
Nessa
época várias empresas se fundiram, dando origem as transnacionais (também
conhecidas como multinacionais). São elas: Exxon, Texaco, IBM,
Microsoft, Nike, etc.
Textos de Geografia para o QUIZZ
Geografia
8 ano - África
É o
terceiro maior continente da Terra, ficando apenas atrás da Ásia e das
Américas. Junto com as ilhas adjacentes, ocupa cerca de 30 milhões de km2,
cobrindo 20,3% da área total da terra firme do planeta. É também o segundo
continente mais populoso da Terra, ficando apenas atrás da Ásia. Possui mais de
800 milhões de habitantes em 53 países, representando cerca de um sétimo da
população do mundo. Os países da África que têm o português como língua
oficial são: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e
Príncipe.
Seu território é cortado por quatro linhas imaginárias: três
paralelos principais (Trópico de Câncer, Equador e Trópico de Capricórnio) e o
Meridiano de Greenwich.
O continente possui grande
notoriedade por conta da presença das savanas, um tipo de vegetação dispersa,
composta por árvores de médio porte e campos naturais. As savanas compreendem
uma área capaz de oferecer condições de sobrevivência para uma série de
mamíferos de grande porte como leões, girafas, rinocerontes e tantos outros. Na
região equatorial ocorre a Floresta do Congo, formada por uma mata densa, de
grande porte e com enorme biodiversidade, muito semelhante à Floresta
Amazônica.
Se por um lado existem as savanas e
a floresta equatorial, há também no continente extensas áreas desérticas, em
destaque o Deserto do Saara, o Deserto da Namíbia e o Deserto do Kalahari.
Local de povos nômades que se estabelecem ao longo dos oásis, os desertos
possuem temperaturas que variam muito ao longo de um dia, podendo chegar a mais
de 50°C no período de insolação e temperaturas abaixo de zero durante a
madrugada. Por ser um recurso tão raro, a água é uma dádiva em áreas secas, e a
presença de rios perenes, aqueles que não secam em nenhum período do ano,
contribui para a fixação de população nas regiões desérticas. Nesse sentido, o
rio Nilo pode ser considerado o melhor exemplo, atravessando as terras secas do
Saara e ajudando na fertilização dos solos agrícolas.
Entre os rios importantes estão o Congo, de
grande volume de água, o Níger, o Zambeze e o Orange. As jazidas de minerais e
o potencial energético que a África apresenta não estão refletidos em
desenvolvimento econômico que, quando ocorre, está fundamentado na concentração
de riquezas e poder.Ainda com relação aos seus aspectos naturais, o relevo da
África é formado principalmente pelos planaltos. As planícies ocorrem em menor
quantidade, sempre contornando o seu enorme litoral e acompanhando o curso de alguns
dos seus maiores rios.
Textos de Geografia para o QUIZZ
Geografia 7 ano
- Região Sul
Formada pelos
estados do Paraná (Curitiba), Santa Catarina (Florianópolis) e Rio Grande do Sul
(Porto Alegre), a Região Sul ocupa uma área de 576.409,6 quilômetros quadrados,
sendo a menor do Brasil em extensão territorial.
De acordo com dados divulgados em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa Região possui 27.384.815 habitantes, distribuídos da seguinte forma: Paraná (10.439.601), Santa Catarina (6.249.682) e Rio Grande do Sul (10.695.532).
Uma das principais características da população sulista é a forte influência dos europeus.
De acordo com dados divulgados em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa Região possui 27.384.815 habitantes, distribuídos da seguinte forma: Paraná (10.439.601), Santa Catarina (6.249.682) e Rio Grande do Sul (10.695.532).
Uma das principais características da população sulista é a forte influência dos europeus.
A Região recebeu vários migrantes da Alemanha, Itália, Polônia, entre
outros. Com isso, os estados do Sul apresentam várias manifestações culturais
de origem europeia.
Com exceção do extremo norte do
Paraná, o território da Região Sul pertence à Zona Climática Temperada do Sul,
situada entre o Trópico de Capricórnio e o Círculo Polar Ártico. Com isso, o
clima predominante é o temperado, registrando baixas temperaturas durante o
inverno.
A vegetação é bastante diversificada, com áreas de floresta tropical, mangues litorâneos, mata de araucárias, campos (pampas). Os principais rios são o Pelotas, Uruguai, Jacuí, do Peixe, Iguaçu, Paraná, Paranapanema, etc.
A economia da Região Sul é dinâmica e apresenta força nos três setores: serviço, agropecuária e indústria. A agropecuária se destaca pelos rebanhos bovino e suíno, além dos cultivos de soja, arroz, feijão, milho, trigo e tabaco. O setor industrial baseia-se nos segmentos alimentício, informática, têxtil, metalúrgico, automobilístico, entre outros.
O Sul apresenta os melhores indicadores socioeconômicos do país. Entre os bons resultados estão as baixas taxas de mortalidade infantil e de analfabetismo; elevada expectativa de vida (75 anos) e elevada renda per capita.
A vegetação é bastante diversificada, com áreas de floresta tropical, mangues litorâneos, mata de araucárias, campos (pampas). Os principais rios são o Pelotas, Uruguai, Jacuí, do Peixe, Iguaçu, Paraná, Paranapanema, etc.
A economia da Região Sul é dinâmica e apresenta força nos três setores: serviço, agropecuária e indústria. A agropecuária se destaca pelos rebanhos bovino e suíno, além dos cultivos de soja, arroz, feijão, milho, trigo e tabaco. O setor industrial baseia-se nos segmentos alimentício, informática, têxtil, metalúrgico, automobilístico, entre outros.
O Sul apresenta os melhores indicadores socioeconômicos do país. Entre os bons resultados estão as baixas taxas de mortalidade infantil e de analfabetismo; elevada expectativa de vida (75 anos) e elevada renda per capita.
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Geografia 6 ano
- População
Os estudos de população são realizados a
partir dos dados coletados pelos censos demográficos e pesquisas de campo, que
são organizados e interpretados por instituições oficiais do governo e
universidades. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) acumula
uma grande quantidade de pesquisas e dados estatísticos sobre a população
brasileira.
As informações do censo são utilizadas como
referência para a formação de políticas públicas nas mais diferentes áreas da sociedade
e segmentos da economia, apontando as fragilidades, potenciais e a evolução
histórica dos aspectos mais importantes de nossa sociedade.
Alguns conceitos:
Taxa de
fecundidade: média de número de filhos das mulheres entre 15 e 45 anos.
Mortalidade
infantil: número de crianças que morreram antes de completar 1 ano de
vida, medida a cada 100 ou a cada 1000 crianças nascidas.
Expectativa
de vida: idade média que a população alcança.
Migrações:
movimentos duradouros da população.
1. Imigração:
entrada de população;
2. Emigração:
saída de população.
Crescimento
Vegetativo: diferença entre as taxas de natalidade e de mortalidade.
Total de
População: crescimento total somado à população residente.
Migrações
externas: movimentos intracontinentais ou intercontinentais.
Migrações
internas: movimentos intrarregionais ou inter-regionais.
Êxodo
rural: movimentos duradouros no sentido campo-cidade.
Êxodo
urbano: movimentos duradouros no sentido cidade-campo.
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