terça-feira, 25 de agosto de 2015

8o Ano

Espaço destinado a publicação atividades direcionadas aos nossos queridos do oitavo ano.. Aproveitem!




6 Dicas para Escrever uma Crônica


1. A Escolha do Fato

Já que estamos trabalhando com a crônica, escolher um fato cotidiano e, de preferência, atual, é de extrema importância. Esse fato pode ser escolhido em jornais, situações que você mesmo tenha vivido ou presenciado, aliás, pode até ter acontecido com você.
O importante aqui, além de ser um fato cotidiano, é ter uma opinião formada sobre aquilo que aconteceu, pois, assim, você poderá partir para qualquer uma das classificações fornecidas.

2. Personagens?

Por se tratar de um fato cotidiano, a crônica não exige a presença de personagens, exatamente por levar ao leitor um ponto de vista do autor, a crônica, muitas vezes, perde essa concepção de pessoa, tempo e espaço, sendo possível a sua leitura muito depois do fato ter acontecido.
Assim, ao escolher a crônica como um meio para expressão sua opinião, busque fugir de personagens, foque nos acontecimentos e generalize as atitudes, caso seja esse o teu objetivo.

3. Evite Fantasiar

A crônica não é um conto. Portanto, nada de imaginar histórias que fogem ao fato escolhido. Mantenha os pés no chão. Fantasiar é permitido, desde que você mantenha o fato em destaque, utilizando a sua experiência para criar essa fantasia. Mas lembre-se: o fato é o centro do texto, não a fantasia.

4. Sua opinião é importante

Na classificação fornecida por Mariana Cabral, vê-se que a crônica é focada na experiência e na posição crítica do autor. Ou seja, é utilizar o fato para expressar sua opinião sobre o assunto. Porém, evite fatos muito polêmicos, pois, ao invés de criar uma crônica, você poderá criar uma crítica e gerar mais discussão do que reflexão.

5. Tamanho da Crônica

Esse é um grande problema. Por utilizar um fato cotidiano, a crônica tende a ser mais rápida e curta, pois acaba utilizando os conhecimentos do leitor para completar o texto. Assim, não exagerem nas descrições, argumentações e floreados. Seja direto, principalmente nos dias de hoje, onde textos muito longos tendem a não atrair muitos leitores. No entanto, tudo dependerá do seu público alvo.
Portanto, saiba para quem você está escrevendo e mantenha sempre a ideia de revisar o texto e retirar passagens que não agreguem qualidade ao texto.

6. Terminei, e agora?

Agora que você já escolheu o fato, deu a sua opinião e manteve a crônica num tamanho razoável, chegou a hora mais importante: Ler, reler e ler de novo.
Muitas vezes, ao escrevermos um texto, achamos que ele é uma obra de arte e queremos, o mais rápido possível, passá-lo para os outros. Porém, no calor do momento, podemos deixar alguma frase solta, erros de português e ideias desnecessárias. Logo, aqui que entrará a revisão do texto, uma das partes mais importantes.
Deixe de lado o orgulho e faça as revisões necessárias, pois, por mais que você seja um excelente escritor, você ainda pertence à raça humana e, como todos nós sabemos, errar faz parte. Assim, revise e lembre-se que você pode sair perdendo sem essa última e preciosa dica. 😉
http://www.folhetimonline.com.br/2012/06/25/dicas-6-dicas-para-escrever-uma-cronica/
Beijinho Prof Virginia Sá











 Olá meus queridos... animação do livro Babel Hotel, assistam contextualizem com a leitura realizada.
Beijinhos Prof Virginia Sá



RESUMO

No início da aventura, o taxista Heitor está com um sério problema com o calendário. Não importa o que faça, ele acorda sempre no mesmo dia: 13 de julho, sexta-feira. Parece até uma piada de mau gosto do destino. Para o pobre Heitor todos os dias são o mesmo e único dia, tudo se repete, nada muda. Como na divertida comédia Feitiço do tempo (o título original éGroundhog day), estrelada por Bill Murray. Mas o taxista não vê graça alguma nesse fenômeno. E o que já é estranho vai ficando mais estranho ainda quando ele conhece outras pessoas na mesma situação: a adolescente Paula, a atriz Estela, o gerente de banco Ulisses, o fotojornalista Flávio, o investigador policial Tigre e a ortodontista Rhana.

Os sete prisioneiros do tempo transformaram um quarto do Babel Hotel em seu quartel-general. Cada um tem uma explicação diferente para o que está acontecendo: Heitor acredita que morreu e foi parar no inferno, Paula pensa que está participando de um jogo de realidade virtual, Estela acha que está havendo uma falha nas leis da física, Ulisses crê que está sofrendo uma alucinação provocada por sua esquizofrenia, Flávio acredita que está sendo usado como cobaia de uma experiência médica com alucinógenos, Tigre pensa que forças ocultas e fantasmagóricas estão agindo na cidade e Rhana acha que tudo não passa de uma ação de seres de outro planeta. Quem estará com a razão? Pra complicar mais ainda as coisas, um sujeito muito magro, vestido todo de preto, com uma maleta preta e óculos escuros, atravessa o caminho do grupo, aparecendo nos lugares mais inesperados e desaparecendo sem deixar pista. Ninguém sabe quem é ele. Mas os sete desconfiam que somente o Magrelo pode dizer o que realmente está acontecendo em Cobra Norato.
https://luizbras.wordpress.com/babel-hotel/



Meus queridos, para recapitular a nossa aula de hoje sobre o uso da CRASE, assistam ao vídeo. Beijinhos Professora Virginia

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